Governo do Distrito Federal
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4/01/21 às 15h02 - Atualizado em 4/01/21 às 15h03

Ano abre com obras para a conclusão da W3 Sul

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A entrada em 2021 marca o início das obras nas quadras da W3 Sul que ainda não foram reformadas. O Governo do Distrito Federal (GDF), que já entregou à população as quadras 509, 510, 511 e 512 Sul de cara nova, dá início, ainda neste mês, às reformas da 502 à 508 Sul e da 513 à 516 Sul. O projeto de requalificação da icônica W3 Sul conta com investimento de R$ 24,8 milhões e a previsão de gerar 800 empregos. Nesta nova leva de obras, o pontapé será dado nas quadras 515 e 516 Sul, a partir de segunda-feira (4), com o início da montagem do canteiro de obras pela empresa Shammah Transporte e Construção Ltda., responsável pelos serviços. A reforma dessas duas quadras custará R$2.732.247,75 aos cofres públicos.

 

O trabalho na W3 consiste na melhoria do sistema viário e no fluxo de pedestres, com acessibilidade. Os serviços em toda a avenida incluem a reforma dos estacionamentos, o nivelamento das calçadas com piso tátil e rampas, arborização e paisagismo, a reforma dos becos entre os blocos, pintura, sinalização horizontal e troca da iluminação.

 

As novas calçadas, que já podem ser utilizadas entre a 509 e 512 Sul, têm o objetivo de estimular o fluxo de pedestres pela quadra. Os passeios têm largura mínima de 1,2 metro na W2 Sul e de 2 metros na W3 Sul. Além de mais amplas, as calçadas voltadas à avenida foram divididas em três faixas para garantir mais conforto à população.

 

“Tornar a W3 uma via agradável, com calçadas acessíveis, estacionamentos organizados e uma urbanização condizente com o valor que ela tem, é um compromisso importante para Brasília”, afirma o secretário de Obras, Luciano Carvalho.

 

Concluída a reforma das quatro primeiras quadras (509, 510, 511 e 512), o GDF volta a atenção para as restantes: 502, 503, 504, 505, 506, 507, 508, 513, 514, 515 e 516. Essas obras serão executadas com recursos da Agência de Desenvolvimento do DF (Terracap).

 

Diretor técnico da Terracap, Hamilton Lourenço Filho destaca que a revitalização da W3 Sul é um pedido de longa data tanto do setor produtivo como da população. “Ao investir nesta mudança, a Terracap reafirma seu papel enquanto agência de desenvolvimento”, diz. “Com isso, incentivamos e corroboramos o crescimento e a melhoria da cidade, tornando-a mais acolhedora, atraindo turismo e novos investimentos”.

 

Trabalho conjunto

 

Além do financiamento da Terracap, as intervenções na W3 Sul são resultado de um trabalho conjunto de diversos órgãos, como Secretaria de Obras, Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh), Secretaria de Governo (Segov), Companhia Energética de Brasília (CEB) e Departamento de Trânsito do DF (Detran).

 

A Secretaria de Obras executa os serviços. A Seduh, por sua vez, elaborou o projeto de melhoria da avenida, atendendo a demanda de um perfil amplo de usuários da quadra, desde pedestres a condutores de automóveis.

 

Sobre os estacionamentos, a Seduh previu a organização das vagas por meio da colocação de piso intertravado e a demarcação das vagas, inclusive para motos, idosos, pessoas com deficiência e nas áreas de carga e descarga. O redesenho da área pública também foi fundamental para renovar o aspecto geral da quadra.

 

A cargo da CEB, a iluminação pública foi substituída por lâmpadas de LED, mais modernas, econômicas e que trazem maior sensação de segurança. A Novacap colabora com obras complementares, como a reforma de pavimentos, o plantio de grama, a poda de árvores, entre outras. Já o Detran cuida de toda a sinalização, essencial aos pedestres e condutores.

 

O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas do DF (CDL), José Carlos Magalhães, que não esconde a expectativa pela conclusão das obras em toda a avenida. “Estamos ansiosos, esperando que ao final dessas obras a W3 se torne um polo do varejo, cada quadra com a sua característica, algumas com material de construção, outras com utilidades, outras com roupas de bebê, outras com serviços bancários e outra uma parte cultural”, afirma. “Todos nós sairemos ganhando, principalmente a sociedade”.