Governo do Distrito Federal
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5/08/21 às 16h12 - Atualizado em 5/08/21 às 16h12

GDF atende demanda dos moradores e ajusta projeto do viaduto da EPIG

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Atendendo a demanda dos moradores da quadra 105 do Sudoeste, o GDF anunciou solução técnica adequada para a preservação da área verde que seria retirada para construção de uma terceira faixa na Av. das Jaqueiras. O serviço estava previsto para ser executado como parte das obras do viaduto da EPIG e, agora, a nova faixa será construída na área central da própria avenida.

 

“Na proposta inicial, esta terceira faixa seria construída em parte da área verde da Quadra 105 do Sudoeste. Como ali (na Av. das Jaqueiras) tem um canteiro central, também de área verde, bastante generoso, nós vamos construir essa terceira faixa no canteiro central da Avenida”, explica o secretário de obras, Luciano Carvalho.

 

O secretário acredita que com essas mudanças será possível preservar a área verde da Quadra 105 evitando prejuízo para os moradores da região. “Acredito que com essas alterações no projeto a gente consiga executar a obra, que é necessária e muito bem vinda por todos”, afirma.

 

Agora, a equipe da Secretaria de Obras trabalha para ajustar o projeto executivo das obras do viaduto da EPIG para iniciar os serviços tão aguardados pela população dentro do prazo previsto.

 

“Creio que essa seja uma situação que está muito bem equacionada e nós estamos muito ansiosos pelo início definitivo desta obra. Com esse ajuste no projeto vamos conseguir superar as polêmicas e discussões políticas inapropriadas que poderiam atrasar o início das obras do viaduto”, diz.

 

Carvalho salienta que as questões apresentadas pelos moradores da quadra 105 do Sudoeste em reunião com a equipe da Secretaria de Obras foram solucionadas de forma técnica, com a celeridade que esse tipo de demanda exige. “A participação da população foi fundamental e nós fizemos nosso papel como gestor de ouvir e procurar a melhor solução”, comenta o secretário.

 

PREOCUPAÇÃO COM O MEIO AMBIENTE

 

Obras com grande impacto para a mobilidade local, como essa do Viaduto da Epig, costumam ter como consequência a necessidade de supressão vegetal.

 

“Importante ressaltar, no entanto, que todas as licenças necessárias para a execução desta obra foram feitas. Temos autorização de todos os órgãos competentes do DF, inclusive do Ibram, para os casos de supressão vegetal, e do Iphan, uma vez que a região do viaduto está inserida na parte tombada de Brasília. Temos uma equipe exclusiva dedicada a analisar os impactos ambientais ocasionados por nossas obras, assim como as questões de compensação ambiental”, conclui Luciano Carvalho.